Nível do Cantareira precisa de 0,7% para sair do volume morto

Nesta segunda, nível de água passou para 28,6%.
Outros três sistemas que abastecem a Grande São Paulo tiveram alta.

O nível de água do Sistema Cantareira registrou elevação nesta segunda-feira (28), passando de 28,3% para 28,6%. O reservatório precisa de apenas mais 0,7% da sua capacidade para sair do volume morto e entrar no volume útil. As informações são da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

No total do mês, as represas receberam 237,2 mm de chuva, volume maior do que a média registrada para o mês, que é de 219,4 mm . O sistema abastece 5,3 milhões de pessoas na Grande São Paulo e vive uma crise hídrica que se arrasta há quase dois anos. O sistema ainda opera no volume morto.

Outros três sistemas que abastecem a Grande São Paulo também tiveram alta.

O índice de 28,6% do Cantareira desta segunda considera o volume acumulado em relação ao volume útil. Após ação do Ministério Público (MP), aceita pela Justiça, a companhia passou a divulgar outros dois índices para o Sistema Cantareira.

O segundo índice leva em consideração a conta do volume armazenado pelo volume total de água do Cantareira e era de 22,1%. O terceiro índice leva em consideração o volume armazenado menos o volume da reserva técnica pelo volume útil e era de -0,7% nesta manhã.

No mês passado, o sistema registrou 197,6 milímetros de chuva, 23,1% acima da média histórica, de 160,4 mm. O volume fica atrás apenas do verificado em 2009, quando a precipitação total no conjunto de represas, considerando os 30 dias do mês, foi de 237,6 milímetros.

Balanço de primavera
O Sistema Cantareira teve o dobro de chuva nesta primavera em relação à mesma estação do ano de 2014, segundo levantamento do G1 feito com base nos dados divulgados diariamente pela Sabesp. A estação, que começou em 23 de setembro, terminou às 2h48 da terça-feira (22). Foi também a primavera com maior volume de água acumulado desde 2009.

O manancial recebeu 527,2 milímetros de chuva no período, maior marca dos últimos seis anos. A precipitação é 100% maior que a do inverno do ano passado, quando choveram 236,1 mm, mas muito menor que a marca de sete anos atrás: 755,9 mm, em 2009.

As chuvas na primavera seguiram o ritmo de precipitações demonstrados no inverno. A estação do frio também foi a mais chuvosa desde 2009.

 

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